terça-feira, 21 de agosto de 2012

Semana da Pessoa com Deficiência Intelectual e Múltipla 21 a 28 de agosto


     Muitas pessoas ficam confusas quando encontram uma pessoa com deficiência, sente-se desconfortável, falta assunto... Mas esse desconforto pode diminuir, ou até mesmo desaparecer quando aparecem as oportunidades de convivência com as pessoas com deficiência.

    O pior preconceito é fazer de conta que a deficiência não existe, não dando a devida atenção e respeito. Não ignore, cumprimente e despeça-se delas normalmente, como faria com qualquer pessoa. Dar atenção e conversar não é nada difícil e nem impossível. Isso não quer dizer que tenhamos que superproteger, esse nem sempre é o melhor caminho, deixá-los fazer sozinhos tudo que conseguirem é muito importante e ajudá-los sim quando realmente não for possível fazerem sozinhos. Independência e autonomia é um importante aprendizado e precisa ser construído.

    Aprenda a amar, se isso não for possível pelo menos aprenda a respeitar, valorizar a todos, sem preconceito e sem medo de ser feliz ao se relacionar com uma criança, adolescente ou adulto com algum tipo de deficiência.
Cristiane Luzia Soares Zimmermann
Suporte Pedagógico de Educação Especial - SME


Leia Mais

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Deficiência Visual

Leia Mais

sexta-feira, 18 de maio de 2012

TRANSTORNO DE DÉFICIT DE ATENÇÃO E HIPERATIVIDADE -TDAH

Leia Mais

SLIDE SOBRE SÍNDROME DE DOWN

Leia Mais

terça-feira, 15 de maio de 2012

AGENDA

 Horários para os planejamentos da Educação Especial, para os meses de maio e junho:
Os horários ficaram definidos assim: Matutino: 8:30 as 12:00 e Vespertino: 13:30 as 17:00.

 
  • Dia 09/05: Sala de AEE Sesi.
  • Dia 23/05: Sala de AEE Pedro.
  • Dia 06/06: Sala de AEE Sesi.
  • Dia 20/06: Sala de AEE Pedro.
 
Att.

 Cristiani Luzia Soares Zimmermann
Suporte Pedagógico Educação Especial

Leia Mais

16 FORMAS DE LIDAR COM O AUTISTA... APRENDA!



Através de uma análise bem sintetizada, o vídeo traz ensinamentos úteis para melhor relacionamento com pessoas autistas.

Leia Mais

A EXPERIENCIA DE MATHEUS, UM ALUNO AUTISTA, NA ESCOLA


Conheça a história de Matheus Santana da Silva, 14 anos, autista. Ele estuda em uma turma regular de escola pública em São Paulo desde a 1a série.

Fonte: http://revistaescola.abril.com.br/inclusao/educacao-especial/experiencia-matheus-aluno-autista-escola-482092.shtml

Leia Mais

10 COISAS QUE TODA CRIANÇA COM AUTISMO GOSTARIA QUE VOCÊ SOUBESSE

1) Antes de tudo eu sou uma criança. Eu tenho autismo. Eu não sou somente "Autista". O meu autismo é só um aspecto do meu caráter. Não me define como pessoa. Você é uma pessoa com pensamentos, sentimentos e talentos. Ou você é somente gordo, magro, alto, baixo, míope. Talvez estas sejam algumas coisas que eu perceba quando conhecer você, mas isso não é necessariamente o que você é. Sendo um adulto, você tem algum controle de como se auto-define. Se quiser excluir uma característica, pode se expressar de maneira diferente. Sendo criança eu ainda estou descobrindo. Nem você ou eu podemos saber do que eu sou capaz. Definir-me somente por uma característica, acaba-se correndo o risco de manter expectativas que serão pequenas para mim. E se eu sinto que você acha que não posso fazer algo, a minha resposta naturalmente será: Para que tentar?
2) A minha percepção sensorial é desordenada. Interação sensorial pode ser o aspecto mais difícil para se compreender o autismo. Quer dizer que sentidos ordinários como audição, olfato, paladar, toque, sensações que passam despercebidas no seu dia a dia podem ser doloridas para mim. O ambiente em que eu vivo pode ser hostil para mim. Eu posso parecer distraído ou em outro planeta, mas eu só estou tentando me defender. Vou explicar o porquê: uma simples ida ao mercado pode ser um inferno para mim: a minha audição pode ser muito sensível.Muitas pessoas podem estar falando ao mesmo tempo, música, anúncios, barulho da caixa registradora, celulares tocando, crianças chorando, pessoas tossindo, luzes fluorescentes.O meu cérebro não pode assimilar todas estas informações, provocando em mim uma perda de controle. O meu olfato pode ser muito sensível. O peixe que está à venda na peixaria não está fresco. A pessoa que está perto pode não ter tomado banho hoje. O bebê ao lado pode estar com uma fralda suja. O chão pode ter sido limpo com amônia. Eu não consigo separar os cheiros e começo a passar mal. Porque o meu sentido principal é o visual. Então, a visão pode ser o primeiro sentido a ser super-estimulado. A luz fluorescente não é somente muito brilhante, ela pisca e pode fazer um barulho. O quarto parece pulsar e isso machuca os meus olhos. Esta pulsação da luz cobre tudo e distorce o que estou vendo. O espaço parece estar sempre mudando. Eu vejo um brilho na janela, são muitas coisas para que eu consiga me concentrar. O ventilador, as pessoas andando de um lado para o outro... Tudo isso afeta os meus sentidos e agora eu não sei onde o meu corpo está neste espaço.
3) Por favor, lembre de distinguir entre não poder (eu não quero fazer) e eu não posso (eu não consigo fazer). Receber e expressar a linguagem e vocabulário pode ser muito difícil para mim.Não é que eu não escute as frases. É que eu não te compreendo. Quando você me chama do outro lado do quarto ou da sala, isto é o que eu escuto "BBBFFFZZZZSWERSRTDSRDTYFDYT Paulo”. Ao invés disso, venha falar comigo diretamente com um vocabulário simples: "Paulo, por favor, coloque o seu livro na estante. Está na hora de almoçar". Isso me diz o que você quer que eu faça e o que vai acontecer depois. Assim é mais fácil para compreender.
4) Eu sou um "pensador concreto". O meu pensamento é concreto, não consigo fazer abstrações. Eu interpreto muito pouco o sentido oculto das palavras. É muito confuso para mim quando você diz "não enche o saco", quando o que você quer dizer é "não me aborreça". Não diga que "isso é moleza, é mamão com açúcar" quando não há nenhum mamão com açúcar por perto e o que você quer dizer é que isso é algo fácil de fazer. Gírias, piadas, duplas intenções, paráfrases, indiretas, sarcasmo eu não compreendo.
        5) Por favor, tenha paciência com o meu vocabulário limitado.Dizer o que eu preciso é muito difícil para mim, quando não sei as palavras para descrever o que sinto.Posso estar com fome, frustrado, com medo e confuso, mas agora estas palavras estão além da minha capacidade, do que eu possa expressar. Por isso, preste atenção na linguagem do meu corpo (retração, agitação ou outros sinais de que algo está errado). Por outro lado, posso parecer como um pequeno professor ou um artista de cinema dizendo palavras acima da minha capacidade na minha idade. Na verdade, são palavras que eu memorizei do mundo ao meu redor para compensar a minha deficiência na linguagem. Por que eu sei exatamente o que é esperado de mim como resposta quando alguém fala comigo. As palavras difíceis que de vez em quando falo pode vir de livros, TV, ou até mesmo serem palavras de outras pessoas. Isto é chamado de ECOLALIA. Não preciso compreender o contexto das palavras que estou usando. Eu só sei que devo dizer alguma coisa.
        6) Eu ou muito orientado visualmente porque a linguagem é muito difícil para mim.Por favor, me mostre como fazer alguma coisa ao invés de simplesmente me dizer. E, por favor, esteja preparado para me mostrar muitas vezes. Repetições consistentes me ajudam a aprender. Um esquema visual me ajuda durante o dia-a-dia. Alivia-me do stress de ter que lembrar o que vai acontecer. Ajuda-me a ter uma transição mais fácil entre uma atividade e outra. Ajuda-me a controlar o tempo, as minhas atividades e alcançar as suas expectativas.Eu não vou perder a necessidade de ter um esquema visual por estar crescendo. Mas o meu nível de representação pode mudar. Antes que eu possa ler, preciso de um esquema visual com fotografias ou desenhos simples. Com o meu crescimento, uma combinação de palavras e fotos pode ajudar mais tarde a conhecer as palavras.
7) Por favor, preste atenção e diga o que eu posso fazer ao invés de só dizer o que eu não posso fazer. Como qualquer outro ser humano não posso aprender em um ambiente onde sempre me sinta inútil, que há algo errado comigo e que preciso de CONSERTO. Para que tentar fazer alguma coisa nova quando sei que vou ser criticado? Construtivamente ou não é uma coisa que vou evitar. Procure o meu potencial e você vai encontrar muitos! Terei mais que uma maneira para fazer as coisas.
8) Por favor, me ajude com interações sociais, pode parecer que não quero brincar com as outras crianças no parque, mas algumas vezes simplesmente não sei como começar uma conversa ou entrar na brincadeira. Se você pode encorajar outras crianças a me convidarem a jogar futebol ou brincar com carrinhos, talvez eu fique muito feliz por ser incluído. Eu sou melhor em brincadeiras que tenham atividades com estrutura começo-meio-fim. Não sei como "LER" expressão facial, linguagem corporal ou emoções de outras pessoas. Agradeço se você me ensinar como devo responder socialmente. Exemplo: Se eu rir quando uma colega cair não é que eu ache engraçado. É que eu não sei como agir socialmente. Ensine-me a dizer: Você esta bem?
9) Tente encontrar o que provoca a minha perda de controle, "chilique", birra, mal-criação, escândalo, como você quiser chamar, eles são mais horríveis para mim do que para você. Eles acontecem porque um ou mais dos meus sentidos foi estimulado ao extremo. Se você conseguir descobrir o que causa a minha perda de controle, isso poderá ser prevenido - ou até evitado. Mantenha um diário de horas, lugares pessoas e atividades. Você encontrar uma seqüência pode parecer difícil no começo, mas, com certeza, vai conseguir. Tente lembrar que todo comportamento é uma forma de comunicação. Isso dirá a você o que as minhas palavras não podem dizer: como eu sinto o meu ambiente e o que está acontecendo dentro dele.
10) Se você é um membro da família me ame sem nenhuma condição.Elimine pensamentos como "Se ele pelo menos pudesse…" ou "Porque ele não pode…" Você não conseguiu atender a todas as expectativas que os seus pais tinham para você e você não gostaria de ser sempre lembrado disso.Eu não escolhi ser autista. Mas lembre-se que isto está acontecendo comigo e não com você. Sem a sua ajuda a minha chance de alcançar uma vida adulta digna será pequena. Com o seu suporte e guia, a possibilidade é maior do que você pensa. Eu prometo: EU VALHO A PENA. E, finalmente três palavras mágicas: Paciência, Paciência, Paciência. Ajuda a ver o meu autismo como uma habilidade diferente e não uma desabilidade. Olhe por cima do que você acha que seja uma limitação e veja o presente que o autismo me deu. Talvez seja verdade que eu não seja bom no contato olho no olho e conversas, mas você notou que eu não minto, roubo em jogos, fofoco com as colegas de classe ou julgo outras pessoas? É verdade que eu não vou ser um Ronaldinho "Fenômeno" do futebol. Mas, com a minha capacidade de prestar atenção e de concentração no que me interesso, eu posso ser o próximo Einstein, Mozart ou Van Gogh. Eles também tinham autismo, uma possível resposta para Alzaheim o enigma da vida extraterrestre.
O que o futuro tem guardado para crianças autistas como eu, está no próprio futuro. Tudo que eu posso ser não vai acontecer sem você sendo a minha Base. Pense sobre estas"regras" sociais e se elas não fazem sentido para mim, deixe de lado. Seja o meu protetor seja o meu amigo e nós vamos ver até onde eu posso ir.
CONTO COM VOCÊ!!!

Retirado do site: http://www.autimismo.com.br/

Leia Mais

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

AÇÕES DE EDUCAÇÃO ESPECIAL 2011

O Atendimento Educacional Especializado tem a função de complementar e suplementar a formação dos alunos, este atendimento identifica, elabora e organiza recursos pedagógicos e de acessibilidade que eliminem as barreiras para a plena participação dos alunos, considerando suas necessidades específicas.
Esta sala de AEE foi organizada este ano com recursos pedagógicos e tecnológicos vindos do MEC com contrapartida da Prefeitura de Otacílio Costa, através da secretaria da educação. Hoje conta com 24 alunos que recebem atendimentos semanais no turno inverso em que freqüentam a escola.
Todos os alunos têm um Plano de Atendimento semestral que contempla: Intervenção familiar, escola regular e AEE. O professor faz um trabalho voltado para sua deficiência de acordo com:
·        Interesse;
·        Atenção/Concentração;
·        Percepção e Memória Visual;
·        Percepção e Memória Auditiva;
·        Orientação temporal/espacial;
·        Habilidades motoras;
·        Expressão Criativa;
·        Linguagem Comunicação Oral;
·        Linguagem Comunicação Escrita;
·        Linguagem Musical e Literária;
·        Raciocínio Lógico/Matemático.
·        Ensino de LIBRAS;
·        Ensino de Braille;
·        Atividades de vida diária (AVD).

Sempre levando em conta a inclusão desse aluno na escola regular e o trabalho que lá também está sendo desenvolvido, pois esta ponte entre AEE e escola regular precisa ser trilhada e atingir seus objetivos em comum que é o aprendizado de todos, dentro de suas limitações.
Seja qual o caminho que esta criança ou adolescente possa percorrer, precisamos acrescer de recursos necessários para que esta caminhada se torne mais fácil.

Além de todo o trabalho pedagógico, o Atendimento Educacional Especializado – AEE trabalha com os professores da educação especial, com estudos e planejamento, sendo que parte desses trabalhos durante o ano de 2011 foi à elaboração do Caderno Pedagógico da Educação Especial.


Estudos e Planejamento com Professores:






 Atividades Pedagógicas desenvolvidas com os alunos:




Sala de Recursos EBM Catarina Fuhrmann:



Atividade de Leitura e escrita.



Jogo de sequência.




Jogos de encaixe: classificando cores e tamanhos.



Linguagem Musical e Literária.


Linguagem Escrita.




Linguagem Musical e Literária






Sala de Recursos EBM Pedro Álvares Cabral




Reconhecendo as letras do nome.





Ensino de LIBRAS.




Atividade de Alfabetização.



Atividade de Alfabetização.

Leia Mais

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Histórico da Educação Especial em Otacílio Costa


A Educação Especial em Otacílio Costa vem crescendo a pequenos passos, com estratégias de ação dentro de uma perspectiva inclusiva, promovendo transformações efetivas na área.
Os profissionais envolvidos  estão aprendendo muito com a diversidade, mas sabe-se que  temos um longo caminho para trilhar, ser absorvido e entendido dentro deste contexto. Precisamos de mais abertura de todos para esse tipo de vivência, com ideais inclusivos.
Hoje o município conta com 23 matrículas de crianças e adolescentes inclusos no ensino regular:

v    15 Educandos com Deficiência Intelectual;
v    01 Educando com Baixa Visão;
v    05 Educandos com Deficiência Auditiva;
v    02 Educandos com Deficiência Múltipla.

            Todos os alunos com necessidades especiais possuem segundo professor em turma,  desses profissionais cinco são efetivos na área da educação especial e sempre comprometidos com a inclusão, buscando sempre o melhor caminho para desenvolver o trabalho pedagógico e garantir o processo de ensino e aprendizagem, promovendo a autonomia e o respeito de todos neste processo.
A Secretaria Municipal de Educação tem disponibilizado capacitações dentro de uma perspectiva inclusiva. Os temas trabalhados este ano foram:

v    Inclusão;
v    Deficiência Intelectual;
v    Adaptação Curricular;
v    Segundo Professor;
v    Legislação.

 Os grupos de Estudos também estão acontecendo e contribuindo muito para as ações pedagógicas , trata-se de assuntos propostos pelos grupos de professores no início do ano, ou seja, um planejamento do que se quer trabalhar durante o ano na educação especial, como:

v    TDA/H;
v    Autismo;
v    Oficina Pedagógica;
v    Estudo da Proposta;
v    Encontros com a equipe da APAE;
v    Orientações Pedagógicas.

Falando mais um pouco sobre as estratégias de ação e como acontecem os trabalhos nas escolas, com os educandos com necessidades especiais.

v    Avaliação clínica e profissional;
v    Atuação de equipe multidisciplinar experiente (contamos com a equipe da APAE do município);
v    Médicos da área para diagnosticar deficiência auditiva e visual;
É fundamental que os professores acompanhem e reconheçam o processo desenvolvido por seu aluno, identificando em que ponto ou nível ele se encontra ao elaborar determinado conceito e, a partir destas observações, oferecer ou criar condições para que ele possa agir com êxito, refletir e finalmente criar novas hipóteses. Para que o aluno seja identificado e receba atendimento pedagógico na busca de remoção das barreiras que possam estar interferindo na construção do conhecimento, é imprescindível que haja uma ampla e profunda compreensão de suas potencialidades e dificuldades.
Cada um tem o seu jeito de dar aulas. Quando recebemos um aluno com deficiência, somos estimulados a rever nossa prática e a buscar outras formas de ensinar. A cooperação em sala de aula pode ser um fator importante para a inclusão das pessoas com deficiência, pois permite interação e troca entre os alunos. O desenvolvimento de algumas estratégias pode ser decisivo para criar um ambiente de cooperação em que aqueles alunos que têm mais habilidades possam ajudar aqueles com menos habilidades.


Aprendizagem cooperativa:

Os professores colocam os alunos em grupos de trabalho, juntando alunos com dificuldades em determinada área com alunos mais habilidosos nesse assunto. Na aprendizagem cooperativa, os alunos trabalham juntos para atingir determinados objetivos. A descoberta de interesses mútuos permite a eles explorar assuntos junto com colegas que têm interesses comuns. As estratégias de aprendizagem cooperativa melhoram as atitudes diante das dificuldades de seus colegas com ou sem deficiência e, simultaneamente, eleva a auto-estima de todos.
Oferecer a oportunidade de compreender melhor as pessoas que, por qualquer motivo, são diferentes (maneira de v e s t i r, crenças, língua, deficiências, raça, capacidades). Quando as crianças e adolescentes compreendem que todos são diferentes, deixam de fazer brincadeiras cruéis e podem se tornar amigos.
O apoio entre amigos é uma forma específica de aprendizagem através de colegas, na qual o envolvimento acontece principalmente com assuntos extra-escolares. Por exemplo, um amigo pode ajudar um aluno com deficiência física a se sentar na carteira ou pode acompanhá-lo antes e depois das aulas.
Todas as atividades desenvolvidas na educação especial, tem uma participação efetiva dos profissionais envolvidos, professores coordenadores pedagógicos, gestores e supervisores das escolas, estão sempre dispostos para que este trabalho tenha realmente significado, e os alunos tenham seus direitos respeitados.



Leia Mais

terça-feira, 27 de abril de 2010

EDUCAÇÃO DIFERENTE

1. SEGUNDO PROFESSOR DE TURMA (diretriz da FCEE):

Nas séries iniciais do ensino fundamental o segundo professor, preferencialmente habilitado em educação especial, tem por função co-reger a classe com o professor titular, contribuir, em função de seu conhecimento específico, com a proposição de procedimentos diferenciados para qualificar a pratica pedagógica. Deve, junto com o professor titular, acompanhar o processo de aprendizagem de todos os educandos, não definindo objetivos funcionais para uns e acadêmicos para outros.

Nas séries finais do ensino fundamental o segundo professor de classe terá como função apoiar, em função de seu conhecimento específico, o professor regente no desenvolvimento das atividades pedagógicas.

Os dois professores serão orientados concomitantemente, pelos profissionais do SAEDE e/ou Serviço de Atendimento Especializado - SAESP.

É previsto um segundo professor quando houver em turma, alunos com:

• diagnóstico de deficiência múltipla quando estiver associada a deficiência mental;

• diagnóstico de deficiência mental que apresente dependência em atividades de vida prática;

• diagnóstico de deficiência associado a transtorno psiquiátrico;

• diagnóstico que comprove sérios comprometimentos motores e dependência em atividades de vida prática;

• diagnóstico de transtorno invasivo do desenvolvimento com sintomatologia exacerbada;

• diagnóstico de transtorno de déficit de atenção com hiperatividade/impulsividade com sintomatologia exacerbada.



Obs.: Dependendo do quadro funcional do aluno este será atendido por um professor especialista, acompanhante terapêutico ou técnico da área da saúde.


Atribuições do Segundo professor:

• planejar e executar, em conjunto com o professor titular quando estiver atuando na séries iniciais do ensino fundamental, as atividades pedagógicas;

• propor adequações curriculares nas atividades pedagógicas;

• participar do conselho de classe;

• tomar conhecimento antecipado do planejamento do professor regente, quando o educando estiver matriculado nas séries finais do ensino fundamental.

• participar com o professor titular das orientações (assessorias) prestadas pelo SAEDE e ou SAESP;

• participar de estudos e pesquisas na sua área de atuação mediante projetos previamente aprovados pela SED e FCEE;

• sugerir ajudas técnicas que facilitem o processo de aprendizagem do aluno da educação especial;

• cumprir a carga horária de trabalho na escola, mesmo na eventual ausência do aluno;

• participar de capacitações na área de educação.

Obs.:

• o segundo professor não pode assumir ou ser designado para outra função na escola, que não seja aquela para a qual foi contratado;

• este professor não deve assumir integralmente o(s) aluno(s) da educação especial, sendo a escola responsável por todos, nos diferentes contextos educacionais: recreio dirigido, troca de fraldas, alimentação, uso do banheiro, segurança, etc.


Referências:

Alves, Denise de Oliveira. Sala de recursos Multifuncionais-Espaço para Atendimento Educacional especializado/ elaboração Denise de Oliveira Alves, Marlene de Oliveira Gotti, Claudia Maffini Gribosk, Claudia Pereira Dutra- - Brasília: Ministério da Educação MEC, Secretaria de Educação Especial, 2006.

SANTA CATARINA. Relatório final da pesquisa: Investigação metodológica alternativa na prática pedagógica com crianças que apresentam significativos comprometimentos no processo de aprendizagem. Fundação Catarinense de Educação Especial, São José, dez. 1997.

SANTA CATARINA. Caderno Técnico do Centro Ensino Aprendizagem Fundação Catarinense de Educação Especial, São José, dez. 2002.




Leia Mais

segunda-feira, 1 de março de 2010

EDUCAÇÃO ESPECIAL EM OTACÍLIO COSTA


A inclusão deve ser uma garantia de que todas as pessoas possam ter acesso contínuo ao espaço comum da vida em sociedade, garantindo a igualdade e oportunidades no processo educativo através do acesso dos alunos com necessidades educacionais especiais no ensino regular.

Para que as pessoas com deficiência possam exercer o direito à educação em sua plenitude, é indispensável que a escola do ensino regular se adapte às mais diversas situações e conforme as necessidades dos alunos inseridos em suas salas de aula.

A Secretaria Municipal de Educação de Otacílio Costa sempre esteve comprometida com uma inclusão responsável, procurando a melhor maneira de capacitar os professores da rede municipal. Este compromisso visa proporcionar o desenvolvimento de práticas pedagógicas inclusivas, propondo uma parceria entre os profissionais da educação especial e profissionais do ensino regular.

As escolas da rede municipal têm 29 matrículas de crianças com necessidades especiais, desde a educação infantil até as séries finais do ensino fundamental, hoje, todos esses educandos possuem laudos, possibilitando o planejamento dos professores.

Nos meses de agosto e setembro aconteceram os encontros na APAE, com a equipe técnica e pedagógica, foram momentos de trocas de experiências e aprendizado, onde os profissionais falaram de cada criança, de suas limitações e desenvolvimento, após este espaço também vieram às contribuições da equipe pedagógica que orientou nos planejamentos e confecção de materiais. A equipe da APAE está sempre em contato com as escolas, dando todo o suporte necessário para a inclusão de nossos alunos.

Também contamos com o apoio do APAS, de Lages, que oportunizou uma visita na escola, mostrando todo o trabalho desenvolvido com os deficientes auditivos, inclusive, orientou sobre bibliografias e atividades desenvolvidas.

A professora Eliane Alves que desenvolve um trabalho muito interessante com os deficientes visuais, também contribuiu com a equipe pedagógica da secretaria.

Essas parcerias estão fazendo a diferença.

Durante todo este ano, muitos materiais pedagógicos foram adquiridos pela secretaria da educação, para contribuir ainda mais no trabalho pedagógico em sala de aula.

Em contrapartida conseguiram-se muitos materiais através do MEC e também da Fundação Catarinense de Educação Especial de Santa Catarina – FCEE, que dispões de muitos recursos gratuitamente, desde que os educandos constem no censo escolar como portadores de necessidades especiais.

No mês de outubro, a Secretaria da Educação oportunizou aos professores, uma capacitação, com a professora Giselle Dias, com o tema: “Em Busca da Aliança Perdida”. Foram abordadas as seguintes questões: Inclusão, Dificuldade de Aprendizagem, Adaptação Curricular e 2º Professor.

Esteve neste curso um grupo pequeno de profissionais, mas muito comprometidos com sua ação pedagógica.

A prática inclusiva pretende levar os alunos a “autonomia” e os professores a busca pelo conhecimento e constante aperfeiçoamento.

“Temos o direito de ser iguais quando a diferença nos inferioriza; temos o direito a sermos diferentes, quando a igualdade nos descaracteriza”. (Boaventura de Souza Santos)

Leia Mais

Deficiente...

É aquele que não consegue modificar sua vida,

aceitando as imposições de outras

pessoas ou da sociedade em que vive,
sem ter consciência de que é dono do seu destino.


Louco... É quem não procura ser feliz com o que possui.
Cego... É aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria.
E só tem olhos
para seus míseros problemas e pequenas dores.

Surdo... É aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo,
ou o apelo de um irmão.

Pois está sempre apressado para o trabalho.

Mudo... É aquele que não consegue falar o que sente
e se esconde por trás da máscara da hipocrisia.

Paralítico... É quem não consegue andar na direção daqueles que precisam de sua ajuda.
Diabético... É quem não consegue ser doce, sem sofrer por isso...

Anão... É quem não sabe deixar o amor crescer.
E, finalmente, a pior das deficiências é ser "miserável", pois
“Miseráveis” são todos que não conseguem falar com Deus.

(Autor: Mário Quintana)

Leia Mais